O que será de nós?
Reles mortais que ousam dizer o que fazer ou não de nossas próprias vidas?
Quem somos nós para lutar contra a desalmada vida, que não sente culpa em destroçar um coração ou dilacerar um sonho como quem joga uma folha de papel no lixo?
Sem compaixão, somos abandonados sempre a vagar pelo mundo em busca de um propósito que nunca vamos encontrar.
Certo é aceitar cegamente o que chamam felicidade? O sucesso. A boa relação social. Os elogios. A falsidade. A inveja alheia.
Você pode conseguir tudo que é vendido como felicidade, mas sempre vai saber que falta uma parte sua nessa felicidade. Porque na verdade, ao entrar num quarto sozinho, você se depara com sua verdadeira condição de existência.
A vida não se deliciaria se você não estivesse sozinho. Ela tem que nos dar algo que pode certamente nos tirar quando quiser, pois em algum momento estaremos sozinhos.
O escuro da vida é a parte em que nos encontramos melhor com nós mesmos.
Eu me encontro comigo no escuro da vida, ou como preferem alguns, na noite.
O silêncio gritante do mundo só consegue me dizer o que fazer, quando pode ser ouvido como um sussurro.
Todos ouvem, mas alguns preferem ser indiferentes. Eu não. E sofro.
Mas quem não sofre nesse mundo?
Retomando o começo do texto, para sofrer, basta estar vivo.
A vida garante, sempre com um toque de sarcasmo e ironia que você pense nela no fim do dia com um copo na mão.
Façamos então o jogo da vida.
Você já pensou na vida hoje?
Eu me deparei com ela de repente, e com todas as desilusões que já me deu e todas as injúrias que já disse a seu respeito, devo dizer que vista de perto ela é simplesmente linda!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Até que ponto?
Ser ou não ser? Eis o embate!!!
É impressionante como pais tentam espelhar suas frustrações no futuro dos filhos.
Quem não teve capacidade de ser engenheiro, quer ver os menores da família morrendo de estudar para terem o título.
Quem queria ter sido médico, tenta convencer os menores a lidar com a vida alheia.
E assim é em todos os segmentos profissionais.
Bem, será que alguém já parou pra pensar: "O que será que ele (ou ela) vai querer ser quando tiver maturidade para escolher?
Vale a pena investir em algo que não me encha os olhos como pai ou mãe coruja?
Será que o futuro de cada um não deveria estar nas mãos de quem irá vivê-lo?
Quando é que os pais devem ajudar ou influenciar na escolha dos filhos?
Se é direito de todos estudar, se não tem condições, tendo ajuda financeira dos responsáveis, será que é direito da família dizer o que vale a pena ou não ser cursado, e assim escolhendo o que bancará ou não de acordo com o curso?
Daí no futuro, vemos a televisão anunciando: "Venha ser professor!" e pensamos: "Será que tem alguém que quer isso?"
Sabe que a resposta pode estar dentro de casa?
Quem sabe, seu filho ou filha pode ter sonhado em ser professor, mas não o fez para atender às suas expectativas egoístas e seletivas?
Bem, a educação deve ser universal. Isso é sabido por todos. Será mesmo?
Questão 1 - Escolha:
( ) Realizar-se
( ) Submeter-se
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A união que faz a força, nós.
Candidatos em sintonia
Aécio e Serra essa semana durante a cerimônia de inauguração do Espaço Minas Gerais, centro de negócios do governo mineiro na capital paulista, se mostraram cúmplices até em cima do muro. O fato é que nenhum deles sabe ainda quem será “o cabeça” da chapa, mas ambos se dizem prontos a apoiar o outro na campanha caso seja o vice. Demonstraram também que estão afiados quando o assunto é criticar o presidente Lula, quando deram declarações que remetiam à compulsiva arrecadação de impostos por parte da União.
Está certo que o governo de Lula não é excelente, mas daí a iniciar uma campanha que nem começou ainda com acusações ao invés de demonstração de pretensões de melhoria é demais.
Estão demonstrando insatisfação de forma afobada e até mesmo passando a idéia de que temem os “companheiros” ganhando as eleições.
Resumindo: Preocupem-se com a campanha de vocês. O povo pode decidir se o governo petista foi bom ou não.
Pré Sal
Muito cedo pra falar a respeito, mas a poeira baixou e o governo começou a ceder, tirando a urgência que pedira sobre o assunto.
Descobrindo o Brasil... (ironia presente)
Essa semana foi definido que a Internet será liberada na campanha eleitoral.
O presidente do senado (me nego a dizer o nome dele) disse que é impossível controlar a internet.
Comentário: Descobriu o Brasil hein presidente.
Será que ele realmente pensava, antes de chegar a essa conclusão óbvia, numa forma de censurar a internet?
...
...
Adendo: Deve ter pensado que se ele censurasse, perderia o direito de manter no ar o site que ele criou para melhorar sua imagem, se é que ele pensa que ainda tem uma, com a população.
Comentário pertinente a respeito do site: O presidente se esqueceu de colocar tudo em áudio para que os cegos que entrarem possam saber do que se trata.
Fui mandar meu currículo pro site, mas o pré-requisito era assinar o mesmo sobrenome que o presidente do senado. Requisito que tenho orgulho de não preencher.
...
Voltando ao assunto que é a liberação da Internet para campanha política, peço encarecidamente que não se deixem enganar por belas palavras e nem por boa aparência.
Bons devem ser os antecedentes do candidato e seus planos de governo.
Mas com certeza, devemos nos precaver de uma forma: Todos devemos instalar em nossos computadores um bom antivírus, porque a rede vai começar a ser infectada com a podridão de alguns candidatos.
Portanto, a atenção, o bom senso e a disposição de correr atrás do passado e das pretensões dos candidatos são requisitos mínimos a eleitores que queiram fazer parte de um Brasil melhor.
Chega de apanhar, está na hora de revidar.
Batendo? Não.
Tirando a força que nossos agressores têm: o poder e a memória fraca da população.
E já que temos que mexer com futebol para sermos compreendidos, façamos alusão à música usada em 70 na copa do mundo.
“Todos juntos, vamos. Pra frente Brasil” e assim como naquela competição, sairemos vencedores.
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